O que os consumidores buscam nos produtos eróticos

quarta-feira, 30 de maio de 2012



Apesar do crescimento do mercado nacional, o brasileiro ainda é exigente, conservador e encara tabus para adquirir artigos



Hoje em dia cada vez mais os artigos eróticos estão presentes na vida íntima dos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME), a movimentação do segmento gira em torno de 7 milhões de unidades de produtos comercializadas por mês. Somente a cosmética sensual representa 5 milhões de unidades mês, com preço médio de R$ 8 a unidade.


Esses dados da associação ainda apontam que o Brasil está na quarta posição de mercado consumidor destes tipos de produtos, apenas atrás de potências como Estados Unidos, China e Alemanha, e movimenta anualmente cerca de R$1 bilhão de reais. Mas quem são essas pessoas que consomem esses produtos, e o quê elas buscam?


Para o produtor de conteúdos eróticos para a grande rede Rufião, o consumidor procura hoje muito mais do que apenas um vídeo, ou produto, ele quer interação. “As pessoas já estão alfabetizadas com as mídias sociais, eles querem ter contato e interagir, o que funcionava no começo da internet, hoje já não funciona mais, parece uma revista encostada no canto da sua casa. Por que as pessoas se acostumaram a entrar na internet e ver o que os amigos estão fazendo, conversar e ouvir”.


Modelo exibe uma das sensações entre os produtos eróticos, as lingeries



A empresária Waléria Albuquerque que importa produtos e fornece artigos para lojas de sex shops de todo o país, com foco no restrito público A e B, entende que os consumidores nacionais exigem um diferencial e qualidade. “O mercado todo está muito exigente, as classe de A a D, o que as pessoas querem é qualidade, obviamente que o público A e B cobram mais, e pagam por isso”.


A importadora de produtos eróticos Waléria Albuquerque discorda da associação


 Para a sexóloga e escritora Dra. Carmen Janssen o consumidor brasileiro ainda encara alguns tabus, e é discreto para adquirir artigos eróticos. “O consumidor brasileiro é muito conservador. Elas ficam com vergonha de entrar e serem vistos em lojas de artigos eróticos, isso tem a ver com a repressão sexual”.


A Dra. Janssen ainda aponta o fato do assunto da sexualidade ser novidade entre os brasileiros. “A sexologia entrou no Brasil há pouco tempo, cerca de dez anos se vem falando mais abertamente sobre sexo, e ainda são poucos sexólogos no país. Por isso cada vez mais pessoas se especializam na área para ajudar os brasileiros a desmitificarem esses tabus, mitos e crenças que limitam a possibilidade das pessoas obterem o prazer, sem culpas e medos”.

  
Por tudo isso, o país tem chamado a atenção de investidores de todo o mundo, e é faz com que seja considerado uma futura potência econômica do mercado erótico mundial.


A empresária Waléria Albuquerque que importa produtos eróticos comenta a exigência do consumidor brasileiro, em relação aos produtos eróticos.


A sexóloga e escritora Dra. Carmen Janssen comenta sobre a utilização dos produtos eróticos e sua infinitude dentro do sexo.
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Reabilitação através do esporte ingressa deficiente físico na sociedade

domingo, 27 de maio de 2012


José de Lira, Mestre de Taekwondo ajuda a trabalhar questões emocionais integrando o cidadão deficiente na sociedade

O esporte é uma verdadeira ferramenta de integração na sociedade a qual promove estimulo na vida das pessoas, facilitando a sua reabilitação minimizando à deficiência do individuo que adquire deficiência seja de nascença ou meio acidental.

José de Lira é Mestre de Taekwondo da Liga de TKD Artes Marciais do Estado de São Paulo para ele a reabilitação do esporte é divida em três modalidades, educativo, inclusivo e de rendimento.

Para Lira dentre todas as modalidades esportivas é importante mudar regras para que pessoas portadoras de deficiência se ingressem na sociedade desta maneira trabalhamos o esporte inclusivo, que todos nós precisamos.

Para promover oportunidade as pessoas de necessidade é preciso se atentar aos meios educativos podemos relacionar a cultura, ela precisa se voltada de forma humana para o deficiente físico contribuindo resultados positivos.

Sérgio Gatto atua no departamento para desporto, na Secretaria do Estado e do Direito da Pessoa com Deficiência, ele defende o uso de mais campanhas em pró das pessoas especiais.“A questão é de cultura nossa que ela não é uma das melhores infelizmente, é falta de informação a gente precisa fazer mais campanhas informando a todo mundo o que que é a deficiência como isso funciona o esporte é lógico ajuda tudo isso” diz Sérgio.

Sergio retrata a importância da cultura, mas não dispensa a esportiva reforça ainda mais dando ênfase ao  esporte paraolímpico que segundo ele é incentivo maior à quem procura superar as diferenças e até mesmo superar as limitações.

Esportes contribuem para a reabilitação
“Toda vez que você vai ter um evento como a paraolimpíada, você vai ter a olimpíada e em seguida a paraolimpíada de Londres, isso traz visibilidade, quando se vê um atleta que ta trazendo medalha “pô o cara deu certo, ele quebra um pouco este estigma de ser deficiente e começa a ser atleta, e a gente começa a entender que todo mundo é diferente dentro das suas limitações, só que todo mundo é capaz também dentro dessas limitações, então ser deficiente e ter uma deficiência é algo comum se em todos nós fomos olhar” disse Sérgio.

Sabrina Caires é Educadora Física na ADD, ela retrata a deficiência física em dois módulos, ela destaca o esporte fundamental de tratar questões emocionais que sofre o individuo acidentado.
Sabrina destaca dois tipos de deficiência que segundo ela a cogênita que é quando a pessoa já nasce com certa dificuldade de locomoção e a adquirida que é ocasionada por meio acidental.

Para ambas ela retrata a importância da pratica de esporte, a atividade ajuda a trabalhar a questão emocional do individuo, destaca a cogenita mais fácil de ser trabalha um paciente congênito já nasceu com uma percepção menor ele não sabe as diferenças de uma pessoa dotada de movimentos. Já o que adquire deficiência por acidente costuma ter dificuldade do próprio individuo aceitar a situação e encontrar formas de levar uma vida normal.

Bruna Costa é portadora de Deficiência Física, faz parte da Associação de Tênis de Mesa de São Caetano do Sul, ela iniciou a prática de atividade esportiva aos 09 anos de idade. Ela retrata a importância que seu irmão teve em sua carreira esportiva, e destaca o apoio do próximo.

Para Bruna o esporte agregou fatores em sua vida “Ah! Me ajuda em tudo neh, o esporte me fez crescer mais não tenho tempo para fazer nada estudo também atrapalha um pouco, mais to ainda lutando vou terminar fazer uma faculdade, o esporte é muito bom para à vida” disse Bruna.

Os esporte traz opções diversas para quem busca integração na sociedade, desenvolve estímulos à quem busca superar seus limites, nos dando lição não existe diferença, quem busca integração batalha pelo seu espaço, procura a reabilitação através do esporte.

Ouça o áudio da matéria completa.



Sabrina Caires, educadora física, fala sobre como o esporte agrega na reabilitação.


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Cresce o número de estrangeiros no país

domingo, 20 de maio de 2012


Cada vez mais estudantes estudantes estrangeiros escolhem o Brasil para trabalhar e estudar


De acordo com o Ministério de Turismo, em 2011 o Brasil recebeu cerca de 272 mil intercambistas a mais do que esperava, são  pessoas vindas da Europa, América do norte e diversos países da América Latina. Esse é um dado recorde comparado há anos anteriores, que foi impulsionado graças ao  crescimento da economia brasileira, e destaque de nosso país diante da globalização.

Um recente levantamento da Secretaria Nacional de Justiça, órgão do Ministério da Justiça, deu conta de um impressionante dado demográfico e social do Brasil.
Segundo o Departamento de Estrangeiros do órgão, o número de imigrantes em situação regular em território nacional, trabalhando, estudando ou acompanhando seus cônjuges, saltou de 961.877 em dezembro de 2010 para 1,466 milhão em junho de 2011.
Aconteceu um aumento de 52,4% em apenas seis meses, que analistas atribuem tanto ao momento de crise mundial quanto à bonança econômica brasileira. A mesma proporção regeu o crescimento das naturalizações (1.056 para 2.116), enquanto a concessão de vistos de permanência teve um  significativo de (67% de 2009 para 2011). Esses dados mostram ao mundo uma nova realidade do Brasil, antes era um grande número de brasileiros que procuravam outros países para estudar, hoje inverteu a situação, o país recebe um grande número de intercambistas.

A Dra. Silvia Regina Rogatto, cientista e pesquisadora da UNESP de Botucatu, e do CIPE (Centro Internacional de Pesquisas e Ensino), ministra cursos de mestrado e Doutorado a estrangeiros, justifica essa procura. ”Principalmente na forma que nossa economia vem se conduzido nos últimos anos, considerando que estamos em quinto lugar no mundo nos termos de economia, isso tem atraído a atenção de muitos estrangeiros. Eles vêm tanto buscar, opções de trabalho e crescimento pessoal e profissional, como têm necessidade de interagir com a língua.
Dra. Silvia Regina Rogatto, em entrevista ao Repórter On


Muitas Universidades Chinesas, já incluíram em seu currículo a disciplina de português, isso é uma coisa extremamente interessante porque em geral, quando esses estrangeiros, principalmente chineses eles formam colônias, e falam a própria língua. Mas hoje mostrar que eles têm interesse em aprender o português,  que não é uma língua universal, já que o inglês é uma língua universal, isso mostra realmente como o país está sendo considerado como de grande perspectiva de crescimento em termos econômico e de produção, educação em fim em todas as áreas de conhecimento”. 

O peruano Juan José Moyano Muñoz, de 26 anos, está em nosso país ha  três  anos,  estuda  Doutorado no CIPE (Centro Internacional de Pesquisas e Ensino),  diz  que o alto nível de ensino das as instituições brasileiras, despertou interesse em estudar no país.

Juan Moyano Muñoz, peruano que estuda no Brasil a três anos 


A psicóloga e consultora de RH Damaris Nolasco Maciel, afirma ser muito importante fazer intercâmbio, pois uma experiência internacional contribui muito para o currículo profissional de qual quer pessoa. A consultora de RH diz que o perfil das pessoas que procuram ter essa experiência mudou, “ Eu percebo, que as pessoas mudaram um pouco o foco de intercâmbio, as pessoas acima de 30 anos tem  mais procurado, porque as empresas vêm buscando com a globalização, isso abriu bastante esse mercado”, conclui a Nolasco.

Em muitos casos estudando em outro país, os estrangeiros podem encontrar algumas dificuldades de adaptação. Juan  diz que sua principal dificuldade no Brasil,  foi  se acostumar com o idioma e a saudade da família,  o estudante  afirma que para quem está pensando em estudar em São Paulo, ou qualquer cidade do mundo deve-se haver uma preparação  pois o custo de vida  é muito caro.  

Ingressar em uma instituição brasileira, renomada não é tão simples como parece, segundo a Dra. Silvia, existe um critério para que o intercambista seja aceito. Porém, com o aumento de estrangeiros fazendo intercâmbio no Brasil, houve também a aceitação por parte das empresas por contratar estrangeiros.

 A consultora de RH, diz que o aumento dessa demanda se dá devido as empresas apostarem na cultura e conhecimento que o estrangeiro pode agregar, com isso muitos ocupam cargos de destaque dentro das instituições ao contrario de quando os brasileiros, vão para outros  países  acabam trabalho em sub empregos.

Damaris Nolasco Maciel, psicóloga e consultora de RH afirma que o perfil do intercambista mudou

Damaris afirma que as expectativas, nem sempre é como as empresas esperam, pois na maioria das vezes são encontrada qualidades superior nos  profissionais brasileiros. É fato que om a globalização o intercâmbio se tornou  uma via de mão dupla, pois não são apenas os brasileiros que buscam aperfeiçoamento no exterior, mas também os estrangeiros buscam aperfeiçoamento no Brasil.

Ouça o áudio da matéria completa

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