Segundo um antigo provérbio, um homem durante sua vida deve ter um filho, plantar uma arvore e escrever um livro, então comece pelo modo que ajuda o meio ambiente
Ao mesmo tempo em que o desmatamento florestal no Brasil cresce, aumentam também os modos de cidadãos comuns ajudarem a combater essa destruição. Alguns dos projetos que pretendem evitar uma futura escassez de itens básicos para sobrevivermos são como o click arvore, o florestas do futuro e as RPPNs, desenvolvidos pela SOS Mata Atlântica.
As florestas Brasil a fora estão sendo desmatadas tanto de forma legal, e principalmente de modo ilegal de forma descontrolada. Devido a sua importância para o equilíbrio do meio ambiente há sempre o questionamento do que se fazer para reverter essa situação.
Aparentemente, esse seria um discurso ambientalista e distante da população comum, população que pensa que não pode fazer nada a respeito, mas ao contrário do que se imagina qualquer um com um pouco de vontade pode ajudar a preservar o meio ambiente.
Com o objetivo de obter melhores resultados, a ONG SOS Mata Atlântica mostraremos projetos que possibilitam que qualquer pessoa colabore com a preservação do meio ambiente.
Aretha Medina, Coordenadora de Projetos da SOS Mata Atlântica, explica como as pessoas podem ajudar, funcionam esses projetos e como pode ser feito o acompanhamento dele.
“As pessoas que tem interesse em participar do programa, elas acessam o site, faziam um cadastro e criam um loggin e a cada click é uma muda doada para um proprietário rural. Como que funciona a gestão desses programas? Nós temos um sistema de gerenciamento que é feito tudo online, tanto para o programa do clique arvore quanto para o programa florestas do futuro onde a gente insere informações sobre esses projetos, localização desses projetos, quantidade de mudas, qual que é o estado município, nome do proprietário, e todos esses dados tem no sistema de gerenciamento que é o site que é o gerenciasosma.org.br”.
Entretanto, para você é habitante da zona rural e acha que pode ajudar mais do que plantar somente algumas mudas Mariana Machado, Coordenadora de RPPN da SOS Mata Atlântica, explica como funciona a RPPN, que é um projeto mais aos donos de terras, independente do porte de sua fazenda.
“RPPN significa reserva particular do patrimônio natural. É um tipo de reserva, como o próprio nome já diz, particular que é criada por iniciativa voluntária do proprietário, uma iniciativa voluntária, diferente de reserva legal e área de proteção permanente, que está previsto na legislação e que o proprietário é obrigado a cuidar para manter o equilíbrio ecológico, essa é uma reserva criada em caráter voluntário”.
Para sabermos mais sobre a RPPN resolvemos conversar com o fazendeiro e dono de duas RPPNs no estado do Sergipe Manoel Elielson e saber o que ele acha do projeto.
“Para mim ter uma RPPN não é sinônimo de vaidade, e sim de prazer mesmo é como se fosse um orgasmo, não existe muito explicação, você não consegue definir um orgasmo, então eu não consigo definir também o prazer que eu tenho em ter uma RPPN. Com relação ao lado comercial quem pensa em criar uma RPPN pensando no lado comercial, sinceramente se lasca, pois não existe esse lado comercial.”
Portanto, independente de você ser um simples cidadão ou um agricultor, ter ou não terras, você tem de entender que há sempre um modo de ajudar a preservar o meio ambiente , fazendo se cumprir com uma das metas desse antigo provérbio que prega a realização pessoal.
Ouça o áudio da matéria completa
Rafael Bitante, fala sobre as áreas de preservação permanentes.






