Realização pessoal por meio da conscientização

terça-feira, 5 de junho de 2012



Segundo um antigo provérbio, um homem durante sua vida deve ter um filho, plantar uma arvore e escrever um livro, então comece pelo modo que ajuda o meio ambiente


Ao mesmo tempo em que o desmatamento florestal no Brasil cresce, aumentam também os modos de cidadãos comuns ajudarem a combater essa destruição.  Alguns dos projetos que pretendem evitar uma futura escassez de itens básicos para sobrevivermos são como o click arvore, o florestas do futuro e as RPPNs, desenvolvidos pela SOS Mata Atlântica.

As florestas Brasil a fora estão sendo desmatadas tanto de forma legal, e principalmente de modo ilegal de forma descontrolada. Devido a sua importância para o equilíbrio do meio ambiente há sempre o questionamento do que se fazer para reverter essa situação.


Aparentemente, esse seria um discurso ambientalista e distante da população comum, população que pensa que não pode fazer nada a respeito, mas ao contrário do que se imagina qualquer um com um pouco de vontade pode ajudar a preservar o meio ambiente.

Com o objetivo de obter melhores resultados, a ONG SOS Mata Atlântica mostraremos projetos que possibilitam que qualquer pessoa colabore com a preservação do meio ambiente.

Aretha Medina, Coordenadora de Projetos da SOS Mata Atlântica, explica como as pessoas podem ajudar, funcionam esses projetos e como pode ser feito o acompanhamento dele.

“As pessoas que tem interesse em participar do programa, elas acessam o site, faziam um cadastro e criam um loggin e a cada click é uma muda doada para um proprietário rural. Como que funciona a gestão desses programas? Nós temos um sistema de gerenciamento que é feito tudo online, tanto para o programa do clique arvore quanto para o programa florestas do futuro onde a gente insere informações sobre esses projetos, localização desses projetos, quantidade de mudas, qual que é o estado município, nome do proprietário, e todos esses dados tem no sistema de gerenciamento que é o site que é o gerenciasosma.org.br”.

Por dentro dos projetos ambientais da SOS Mata Atlantica

Entretanto, para você é habitante da zona rural e acha que pode ajudar mais do que plantar somente algumas mudas Mariana Machado, Coordenadora de RPPN da SOS Mata Atlântica, explica como funciona a RPPN, que é um projeto mais aos donos de terras, independente do porte de sua fazenda. 


“RPPN significa reserva particular do patrimônio natural. É um tipo de reserva, como o próprio nome já diz, particular que é criada por iniciativa voluntária do proprietário, uma iniciativa voluntária, diferente de reserva legal e área de proteção permanente, que está previsto na legislação e que o proprietário é obrigado a cuidar para manter o equilíbrio ecológico, essa é uma reserva criada em caráter voluntário”.


Para sabermos mais sobre a RPPN resolvemos conversar com o fazendeiro e dono de duas RPPNs no estado do Sergipe Manoel Elielson e saber o que ele acha do projeto.

“Para mim ter uma RPPN não é sinônimo de vaidade, e sim de prazer mesmo é como se fosse um orgasmo, não existe muito explicação, você não consegue definir um orgasmo, então eu não consigo definir também o prazer que eu tenho em ter uma RPPN. Com relação ao lado comercial quem pensa em criar uma RPPN pensando no lado comercial, sinceramente se lasca, pois não existe esse lado comercial.”

Portanto, independente de você ser um simples cidadão ou um agricultor, ter ou não terras, você tem de entender que há sempre um modo de ajudar a preservar o meio ambiente , fazendo se cumprir com uma das metas desse antigo provérbio que prega a realização pessoal.


Ouça o áudio da matéria completa




Rafael Bitante, fala sobre as áreas de preservação permanentes.

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O que os consumidores buscam nos produtos eróticos

quarta-feira, 30 de maio de 2012



Apesar do crescimento do mercado nacional, o brasileiro ainda é exigente, conservador e encara tabus para adquirir artigos



Hoje em dia cada vez mais os artigos eróticos estão presentes na vida íntima dos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME), a movimentação do segmento gira em torno de 7 milhões de unidades de produtos comercializadas por mês. Somente a cosmética sensual representa 5 milhões de unidades mês, com preço médio de R$ 8 a unidade.


Esses dados da associação ainda apontam que o Brasil está na quarta posição de mercado consumidor destes tipos de produtos, apenas atrás de potências como Estados Unidos, China e Alemanha, e movimenta anualmente cerca de R$1 bilhão de reais. Mas quem são essas pessoas que consomem esses produtos, e o quê elas buscam?


Para o produtor de conteúdos eróticos para a grande rede Rufião, o consumidor procura hoje muito mais do que apenas um vídeo, ou produto, ele quer interação. “As pessoas já estão alfabetizadas com as mídias sociais, eles querem ter contato e interagir, o que funcionava no começo da internet, hoje já não funciona mais, parece uma revista encostada no canto da sua casa. Por que as pessoas se acostumaram a entrar na internet e ver o que os amigos estão fazendo, conversar e ouvir”.


Modelo exibe uma das sensações entre os produtos eróticos, as lingeries



A empresária Waléria Albuquerque que importa produtos e fornece artigos para lojas de sex shops de todo o país, com foco no restrito público A e B, entende que os consumidores nacionais exigem um diferencial e qualidade. “O mercado todo está muito exigente, as classe de A a D, o que as pessoas querem é qualidade, obviamente que o público A e B cobram mais, e pagam por isso”.


A importadora de produtos eróticos Waléria Albuquerque discorda da associação


 Para a sexóloga e escritora Dra. Carmen Janssen o consumidor brasileiro ainda encara alguns tabus, e é discreto para adquirir artigos eróticos. “O consumidor brasileiro é muito conservador. Elas ficam com vergonha de entrar e serem vistos em lojas de artigos eróticos, isso tem a ver com a repressão sexual”.


A Dra. Janssen ainda aponta o fato do assunto da sexualidade ser novidade entre os brasileiros. “A sexologia entrou no Brasil há pouco tempo, cerca de dez anos se vem falando mais abertamente sobre sexo, e ainda são poucos sexólogos no país. Por isso cada vez mais pessoas se especializam na área para ajudar os brasileiros a desmitificarem esses tabus, mitos e crenças que limitam a possibilidade das pessoas obterem o prazer, sem culpas e medos”.

  
Por tudo isso, o país tem chamado a atenção de investidores de todo o mundo, e é faz com que seja considerado uma futura potência econômica do mercado erótico mundial.


A empresária Waléria Albuquerque que importa produtos eróticos comenta a exigência do consumidor brasileiro, em relação aos produtos eróticos.


A sexóloga e escritora Dra. Carmen Janssen comenta sobre a utilização dos produtos eróticos e sua infinitude dentro do sexo.
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Reabilitação através do esporte ingressa deficiente físico na sociedade

domingo, 27 de maio de 2012


José de Lira, Mestre de Taekwondo ajuda a trabalhar questões emocionais integrando o cidadão deficiente na sociedade

O esporte é uma verdadeira ferramenta de integração na sociedade a qual promove estimulo na vida das pessoas, facilitando a sua reabilitação minimizando à deficiência do individuo que adquire deficiência seja de nascença ou meio acidental.

José de Lira é Mestre de Taekwondo da Liga de TKD Artes Marciais do Estado de São Paulo para ele a reabilitação do esporte é divida em três modalidades, educativo, inclusivo e de rendimento.

Para Lira dentre todas as modalidades esportivas é importante mudar regras para que pessoas portadoras de deficiência se ingressem na sociedade desta maneira trabalhamos o esporte inclusivo, que todos nós precisamos.

Para promover oportunidade as pessoas de necessidade é preciso se atentar aos meios educativos podemos relacionar a cultura, ela precisa se voltada de forma humana para o deficiente físico contribuindo resultados positivos.

Sérgio Gatto atua no departamento para desporto, na Secretaria do Estado e do Direito da Pessoa com Deficiência, ele defende o uso de mais campanhas em pró das pessoas especiais.“A questão é de cultura nossa que ela não é uma das melhores infelizmente, é falta de informação a gente precisa fazer mais campanhas informando a todo mundo o que que é a deficiência como isso funciona o esporte é lógico ajuda tudo isso” diz Sérgio.

Sergio retrata a importância da cultura, mas não dispensa a esportiva reforça ainda mais dando ênfase ao  esporte paraolímpico que segundo ele é incentivo maior à quem procura superar as diferenças e até mesmo superar as limitações.

Esportes contribuem para a reabilitação
“Toda vez que você vai ter um evento como a paraolimpíada, você vai ter a olimpíada e em seguida a paraolimpíada de Londres, isso traz visibilidade, quando se vê um atleta que ta trazendo medalha “pô o cara deu certo, ele quebra um pouco este estigma de ser deficiente e começa a ser atleta, e a gente começa a entender que todo mundo é diferente dentro das suas limitações, só que todo mundo é capaz também dentro dessas limitações, então ser deficiente e ter uma deficiência é algo comum se em todos nós fomos olhar” disse Sérgio.

Sabrina Caires é Educadora Física na ADD, ela retrata a deficiência física em dois módulos, ela destaca o esporte fundamental de tratar questões emocionais que sofre o individuo acidentado.
Sabrina destaca dois tipos de deficiência que segundo ela a cogênita que é quando a pessoa já nasce com certa dificuldade de locomoção e a adquirida que é ocasionada por meio acidental.

Para ambas ela retrata a importância da pratica de esporte, a atividade ajuda a trabalhar a questão emocional do individuo, destaca a cogenita mais fácil de ser trabalha um paciente congênito já nasceu com uma percepção menor ele não sabe as diferenças de uma pessoa dotada de movimentos. Já o que adquire deficiência por acidente costuma ter dificuldade do próprio individuo aceitar a situação e encontrar formas de levar uma vida normal.

Bruna Costa é portadora de Deficiência Física, faz parte da Associação de Tênis de Mesa de São Caetano do Sul, ela iniciou a prática de atividade esportiva aos 09 anos de idade. Ela retrata a importância que seu irmão teve em sua carreira esportiva, e destaca o apoio do próximo.

Para Bruna o esporte agregou fatores em sua vida “Ah! Me ajuda em tudo neh, o esporte me fez crescer mais não tenho tempo para fazer nada estudo também atrapalha um pouco, mais to ainda lutando vou terminar fazer uma faculdade, o esporte é muito bom para à vida” disse Bruna.

Os esporte traz opções diversas para quem busca integração na sociedade, desenvolve estímulos à quem busca superar seus limites, nos dando lição não existe diferença, quem busca integração batalha pelo seu espaço, procura a reabilitação através do esporte.

Ouça o áudio da matéria completa.



Sabrina Caires, educadora física, fala sobre como o esporte agrega na reabilitação.


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Cresce o número de estrangeiros no país

domingo, 20 de maio de 2012


Cada vez mais estudantes estudantes estrangeiros escolhem o Brasil para trabalhar e estudar


De acordo com o Ministério de Turismo, em 2011 o Brasil recebeu cerca de 272 mil intercambistas a mais do que esperava, são  pessoas vindas da Europa, América do norte e diversos países da América Latina. Esse é um dado recorde comparado há anos anteriores, que foi impulsionado graças ao  crescimento da economia brasileira, e destaque de nosso país diante da globalização.

Um recente levantamento da Secretaria Nacional de Justiça, órgão do Ministério da Justiça, deu conta de um impressionante dado demográfico e social do Brasil.
Segundo o Departamento de Estrangeiros do órgão, o número de imigrantes em situação regular em território nacional, trabalhando, estudando ou acompanhando seus cônjuges, saltou de 961.877 em dezembro de 2010 para 1,466 milhão em junho de 2011.
Aconteceu um aumento de 52,4% em apenas seis meses, que analistas atribuem tanto ao momento de crise mundial quanto à bonança econômica brasileira. A mesma proporção regeu o crescimento das naturalizações (1.056 para 2.116), enquanto a concessão de vistos de permanência teve um  significativo de (67% de 2009 para 2011). Esses dados mostram ao mundo uma nova realidade do Brasil, antes era um grande número de brasileiros que procuravam outros países para estudar, hoje inverteu a situação, o país recebe um grande número de intercambistas.

A Dra. Silvia Regina Rogatto, cientista e pesquisadora da UNESP de Botucatu, e do CIPE (Centro Internacional de Pesquisas e Ensino), ministra cursos de mestrado e Doutorado a estrangeiros, justifica essa procura. ”Principalmente na forma que nossa economia vem se conduzido nos últimos anos, considerando que estamos em quinto lugar no mundo nos termos de economia, isso tem atraído a atenção de muitos estrangeiros. Eles vêm tanto buscar, opções de trabalho e crescimento pessoal e profissional, como têm necessidade de interagir com a língua.
Dra. Silvia Regina Rogatto, em entrevista ao Repórter On


Muitas Universidades Chinesas, já incluíram em seu currículo a disciplina de português, isso é uma coisa extremamente interessante porque em geral, quando esses estrangeiros, principalmente chineses eles formam colônias, e falam a própria língua. Mas hoje mostrar que eles têm interesse em aprender o português,  que não é uma língua universal, já que o inglês é uma língua universal, isso mostra realmente como o país está sendo considerado como de grande perspectiva de crescimento em termos econômico e de produção, educação em fim em todas as áreas de conhecimento”. 

O peruano Juan José Moyano Muñoz, de 26 anos, está em nosso país ha  três  anos,  estuda  Doutorado no CIPE (Centro Internacional de Pesquisas e Ensino),  diz  que o alto nível de ensino das as instituições brasileiras, despertou interesse em estudar no país.

Juan Moyano Muñoz, peruano que estuda no Brasil a três anos 


A psicóloga e consultora de RH Damaris Nolasco Maciel, afirma ser muito importante fazer intercâmbio, pois uma experiência internacional contribui muito para o currículo profissional de qual quer pessoa. A consultora de RH diz que o perfil das pessoas que procuram ter essa experiência mudou, “ Eu percebo, que as pessoas mudaram um pouco o foco de intercâmbio, as pessoas acima de 30 anos tem  mais procurado, porque as empresas vêm buscando com a globalização, isso abriu bastante esse mercado”, conclui a Nolasco.

Em muitos casos estudando em outro país, os estrangeiros podem encontrar algumas dificuldades de adaptação. Juan  diz que sua principal dificuldade no Brasil,  foi  se acostumar com o idioma e a saudade da família,  o estudante  afirma que para quem está pensando em estudar em São Paulo, ou qualquer cidade do mundo deve-se haver uma preparação  pois o custo de vida  é muito caro.  

Ingressar em uma instituição brasileira, renomada não é tão simples como parece, segundo a Dra. Silvia, existe um critério para que o intercambista seja aceito. Porém, com o aumento de estrangeiros fazendo intercâmbio no Brasil, houve também a aceitação por parte das empresas por contratar estrangeiros.

 A consultora de RH, diz que o aumento dessa demanda se dá devido as empresas apostarem na cultura e conhecimento que o estrangeiro pode agregar, com isso muitos ocupam cargos de destaque dentro das instituições ao contrario de quando os brasileiros, vão para outros  países  acabam trabalho em sub empregos.

Damaris Nolasco Maciel, psicóloga e consultora de RH afirma que o perfil do intercambista mudou

Damaris afirma que as expectativas, nem sempre é como as empresas esperam, pois na maioria das vezes são encontrada qualidades superior nos  profissionais brasileiros. É fato que om a globalização o intercâmbio se tornou  uma via de mão dupla, pois não são apenas os brasileiros que buscam aperfeiçoamento no exterior, mas também os estrangeiros buscam aperfeiçoamento no Brasil.

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Deficientes buscam espaço para reabilitação

quarta-feira, 25 de abril de 2012



Falta de espaço adaptado dificulta a reabilitação do deficiente físico ao esporte


Encontrar um ambiente para realizar exercícios esportivos tem se tornado uma tarefa árdua para o portador de mobilidade reduzida. No Estado de São Paulo são poucos os locais que possuem aparelhos adaptados ao deficiente.

Entre os dias 12 e 15 de Abril no Centro de Exposições Imigrantes em São Paulo, foi elaborado à XI Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade ao portador de deficiência.

Estiveram reunidos na feira diversos órgãos e instituições de segmento esportivo a qual defenderam lugares apropriados aos deficientes, colaborando para que o mesmo não se sinta excluído na sociedade.

                                  Integração é promovida pelo espaço físico

Raquel Barbosa se tornou paraplégica devido á uma negligência médica, há cinco anos atrás devido a má condução de atendimento médico que teve em um Hospital perdendo os movimentos da perna, após uma anestesia indevida.

Para ela a perca dos movimentos gerou a perda de estimulo em suas atividades, que aos poucos foi se afastando das pessoas que tinha convívio enfrentando um período difícil, se sentindo um fardo para as pessoas.

Raquel recebeu o apoio de uma assistente social, que a fez encontrar no esporte o recomeço de uma nova vida, passando a ter força para realizar atividades, destacando à importância ao esporte e o apoio do próximo.

Ela começou a ter vontade de praticar esporte, mas a falta de aparelhos adaptados, era o empecilho que enfrentava, em São Paulo os locais com aparelhos adaptados ao deficiente eram poucos e distancia deixava um sensação de desconforto a Raquel e aos demais portadores que buscavam se reabilitar.

A mesma tinha que atravessar a cidade para poder se reabilitar no esporte isso se tornara cansativo e incomodo fazendo a relatar o seguinte: “Não quero me tornar um fardo para ninguém só quero viver de uma maneira que julgue normal, não aceito ser tratada como indigente na sociedade, é uma sensação e desprezo muito ruim que sentimos “ diz.

Enzo Kato é Supervisor da área de esportes da Sub Prefeitura de Guaianases, ele destaca à importância de espaço adaptado ao deficiente, pois  possibilita a prática de atividade esportiva promovendo a reabilitação do portador de deficiência.

Para Enzo à reabilitação através do esporte é muito benéfica e seus efeitos são positivos para o cidadão comum  e  ao portador de mobilidade reduzida, por o promover uma nova ação ao individuo modificando a sua percepção além de integra-lo á sociedade.


No Brasil há falta de oportunidades para quem o deficiente se reabilitar no esporte, principalmente na maior metrópole que é São Paulo, falta locais adaptados para pessoas portadoras de deficiência.


Kato afirma que o Brasil precisa mudar seus conceitos aproveitando espaços vagos em parques municipais, inserindo aparelhos e adaptação esportiva nos diversos parques aproximando o deficiente para o esporte readaptado.

Para Enzo as pessoas de necessidade especial enfrentam uma extrema dificuldade de locomoção, devido a distancia  de lugares adaptados. Tal fator implica na execução de atividades esportivas, muitos deixam de participar devido á distancia de percurso, nem todos os locais dispõe de conforto ao portador de deficiência.

Neice Maragon que é Assistente Social na Prefeitura de São Paulo, para ela o esporte tem o papel fundamental na reabilitação de qualquer cidadão, principalmente o deficiente que precisa de mais atenção e cuidado, para que eles se sintam como pessoas comuns.


                            Neice Maragon atua na Prefeitura de São Paulo

Para Neice as pessoas deixam de praticar atividades por falta de oportunidade, e isso baixa seu estimulo de vida, fazendo com o que se sintam um peso para a sociedade, “ o portador de deficiência precisa ter seus direitos respeitados e ser tratado como um cidadão comum ” diz Neice

“É preciso mudar esta imagem com políticas voltadas a estas pessoas e falta de lugares adaptados para uma prática de atividade esportiva, existem academias que não possuem preparo para receber este cidadão” diz Neice.
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Procura por intercâmbio aumenta entre brasileiros

domingo, 22 de abril de 2012


O perfil de quem quer ter uma experiência internacional mudou, o fortalecimento da moeda brasileiro contribuiu para o aumento do intercâmbio

Trabalhar e estudar na Europa e America do norte, é o destino ideal para profissionais que querem aprender o inglês, e ganhar experiência internacional. A imagem do Brasil no mundo mudou com base na globalização, a economia brasileira cresceu, e com isso muitos países têm demonstrado a preocupação, em se divulgar em nosso país.

Em 2011, cerca de 365 mil brasileiros foram estudar no exterior, número que deve aumentar por volta de 50% em 2012. Os dados são da organização da tradicional feira de intercâmbio do Salão do Estudante, que aconteceu em São Paulo, nos dias 10/03 e 11/03. O evento reuniu instituições de mais de 30 países que ofereceram cursos de idiomas, high school, graduação, pós-graduação, extensão universitária, MBA e outros cursos, a diversos jovens e adultos que estavam presentes.

Estudantes brasileiros estão entre os que mais realizam intercâmbio

Ivam Baial  e Renata Karasawa, são consultores da Intercultural  (agência de turismo e intercâmbio),  reforçam a importância dos estudantes em procurar uma agência séria no segmento de intercâmbio. “Antes de fechar um pacote, o ideal é conhecer o tipo de programa oferecido, cada um possui diversas características, mas o importe é que a agência respeite a sua escolha”, conclui Baial.  


Ivam Baial  e Renata Karasawa da Intercultural


Gilberto Brandão é diretor da Canadá Study, que é uma agência focada e especializada em intercâmbio para o Canadá, afirma que para quem está interessado em estudar no país, hoje se tornou barato, pois a média de gastos é em torno de R$ 6.000,00.


Gilberto Brandão, diretor da Canadá Study


“O custo beneficio, do Canadá é o melhor que tem nos países de língua inglesa, contando a hospedagem em casa de família, com direito a três refeições, e estar fazendo um curso intensivo de 25 hs é uma boa oportunidade. Hoje em dia, viajar para qualquer estado brasileiro, com o propósito de ficar um mês, o casto chega até R$ 7.000,00 . Então para mim estudar fora não é um gasto, mas um investimento para a própria carreira.” relata o diretor.

A Irlanda é outro país que está de olho nos estudantes brasileiros, a “Marketing Executive” do Griffith College, Wendy Tapia esteve presente na feira do estudante, e afirma que para estudar em seu país não é necessário visto. Porem, assim que o estudante desembarcar na Irlanda é necessário se apresentar ao agente do “Serviço de Imigração”, no aeroporto e mostrar alguns documentos.

Wendy Tapia Marketing Executive, da Irlanda recruta estudantes para estudar em seu país

Se a permanência no país for superior a 90 dias, o aluno deve registrar-se no “Garda National Immigration Bureau” para obter permissão para ficar no país.

 “O país apresenta um custo de vida relativamente baixo, se comparado com o de outras nações européias, é permite trabalhar legalmente durante o período de estudos”, conclui Tapia. 

Para a professora universitária da FMU e socióloga,Patrícia Sheila M. Paixão, que, morou durante 10 anos em Londres, ela acredita que o aumento da demanda do brasileiros em querer  estudar em outro país, se dá devido o crescimento da economia e estabilização do câmbio.

 “Hoje o brasileiro tem a consciência de que é necessário ter uma experiência internacional, e isso para a imagem do Brasil é muito importante, pois teremos mais brasileiros com uma visão Internacional, que poderão estar no poder amanhã”, diz a socióloga. 

Luiza Rabelo estudante de 17 anos mora na Paraíba, fez intercâmbio de cinco meses no Canadá, afirma sua maior dificuldade foi à adaptação do idioma, ausência da família e se acostumar com a gastronomia país. A jovem ressalta que a importância de fazer intercâmbio, é muito além de apenas aprender o inglês.


“As experiências culturais que você adquire são de extrema importância, porem morando em outro país, isso proporciona o estudante valorizar mais o Brasil, nossa cultura. Qualquer pessoa que fizer intercâmbio vai entender o que quero dizer”, conclui Luíza.


Luíza Rabelo contou sua experiência  em estudar no Canadá 

Um dos acordos diplomáticos firmados entre o Brasil e os E.U.A, assinado pelo  presidente Barack Obama, em  março de 2011 (quando esteve no Brasil),  é de cooperação prevendo intercâmbio entre os brasileiros e americanos. Isso incentivou  o número  de intercâmbistas  para o país.

 O governo brasileiro, pretende, realizar acordos semelhantes com outros países, porem antes de fazer um intercâmbio, é importante  se programar e pesquisar muito antes de definir o destino,  ter cautela na hora de escolher para onde ir e como ir, é fundamental para evitar que um sonho se torne um pesadelo. 


Feira do estudante em São Paulo bate recorde de pessoas que desejam fazer intercâmbio.


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Mercado sensual e erótico cresce, conquista brasileiro e movimenta a economia

quinta-feira, 19 de abril de 2012


Embora o mercado de produtos eróticos movimente R$ 1 bilhão e cresça 15% ao ano, o segmento ainda sofre com preconceito


O mercado erótico brasileiro evolui a cada ano que se passa, mas ainda encara tabu e sofre preconceitos e pudores, normalmente, os clientes e os simpatizantes do setor são discretos e preferem não revelar as lojas que frequentam e os objetos que adquirem. Dados da Associação Brasileira das Empresas do Mercado Erótico e Sensual (ABEME) contabiliza a atuação no mercado desde produtoras de filmes, casas de Swing, a vendedoras de porta a porta de lingerie e cosméticos, apontam um crescimento anual de 15% e uma movimentação econômica de cerca de R$ 1 bilhão.

Modelos apresentam produtos ao público

                       
Segundo a ABEME, esses números ainda incluem a geração de mais de 100 mil empregos diretos e indiretos, com 80% dessas vagas sendo preenchidas por mulheres, 60 mil consultores espalhados pelo território nacional, 12 mil opções de produtos, e mais de 10 mil pontos de venda, que variam desde sex shops, lojas de lingerie e lojas virtuais de artigos sensuais. Numa porcentagem de 65 a 35, as mulheres são consideradas dominadoras desse mercado,


 Este crescimento se deve ao atual foco do mercado, as classes C e D, que consomem principalmente cosméticos e roupas intimas, que se destacam entre os produtos mais vendidos, e o que auxilia esse consumo é que em suma maioria eles são vendidos a preços populares, abaixo do valor de R$ 50. Para a ABEME essa realidade tem chamado a atenção de investidores de todo o mundo, fazendo com que o Brasil seja considerado uma futura potência econômica para o mercado erótico mundial.
                     A arte da pintura corporal na recepção dos visitantes

                                 
Os cosméticos (gel funcional, cremes estimuladores e óleos) são os produtos mais vendidos dentro do amplo mercado adulto, como afirma o proprietário da importadora de produtos Adão & Eva, Marcello Hespanhol. “Se não levarmos em conta os preços, os produtos mais vendidos são os cosméticos, até porque são produtos mais baratos, seguido pelas lingeries e vibradores”, diz Hespanhol.  “O segredo está na acessibilidade, quanto mais barato o produto for, mais ele venderá”, afirma.

O empresário ainda ressalta que apesar desse forte crescimento, o Brasil ainda se encontra muito atrás dos Estados Unidos, China e alguns países europeus, como Alemanha, Dinamarca e Suécia. Ele vem crescendo, o mercado adulto brasileiro cresce cerca de 15% ao ano e assim se mantém nos últimos quatro anos, mas que não conseguiremos ultrapassar países como China e Estados Unidos, devido ao poder econômico e a própria quantidade de população consumidora.

Marcello ainda ressalta a descrição do consumidor de produtos erótico. “O consumidor do produto erótico é discreto, ele não revela, ele tem receio de entrar nas lojas e procura comprar escondido”.


Marcello Hespanhol,empresário comenta sobre importação de cosméticos.



O empresário Marcello Hespanhol, que importa produtos eróticos comenta sobre os itens do segmento e a divisão entre nacionais e importados.

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